BRB minimiza os impactos econômicos da crise em Brasília com o Supera DF

O Supera-DF, proposta elaborada pelo BRB para minimizar os impactos econômicos da crise decorrente da pandemia da Covid-19, ultrapassou o valor programado, de R$ 1,5 bilhão. Em apenas 40 dias, o Banco aprovou R$ 1,68 bilhão com o programa.

“Nossa ideia inicial foi a de conceder R$ 1 bilhão a pessoas físicas e jurídicas para redução das perdas provocadas pela crise do novo coronavírus. Em poucos dias, no entanto, aumentamos para R$ 1,5 bilhão devido à alta procura e, agora, com cerca de 40 dias, já ultrapassamos o valor previsto. Isso reforça o compromisso do BRB com o Distrito Federal, com as pessoas e com a economia da nossa região”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

De acordo com o balanço mais recente do Supera-DF, fechado ontem (4), os contratos repactuados, ou seja, que tiveram os pagamentos suspensos por 90 dias, ultrapassam R$ 1,1 bilhão. O valor considera clientes Pessoa Física (PF) e Pessoa Jurídica (PJ). O BRB é o único banco do mercado que incluiu a modalidade de crédito consignado no programa de suspensão de três meses dos pagamentos de operações.

Ainda de acordo com o balanço parcial do programa, outros R$ 550 milhões foram aprovados. Valor esse relacionado a novas operações contratadas por empresas de diferentes setores da cadeia produtiva. Entre os clientes PJ que mais acessaram as linhas do programa, destaque para os estabelecimentos da área de alimentos, como restaurantes, lanchonetes e similares e comércio varejista de artigos de vestuário, acessórios e artigos de papelaria.

Segundo o balanço, que considera as operações até 30 de abril, 3970 empresas tinham procuraram o BRB para acessar as linhas de crédito do Supera-DF, sendo que 1830 não eram clientes da Instituição. Foram abertas 1191 contas.

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