A decisão do governo dos Estados Unidos, sob liderança de Donald Trump, de realizar uma ação militar contra a Venezuela provocou uma reação imediata no cenário internacional. Diversos países classificaram o ataque como uma violação da soberania venezuelana e do direito internacional, além de apontarem riscos de agravamento das tensões políticas e humanitárias na região. As manifestações de repúdio partiram de governos com diferentes orientações ideológicas, revelando um descontentamento amplo com a condução da política externa norte americana neste episódio.
- China
O governo chinês condenou o uso da força contra a Venezuela e afirmou que a ação desrespeita princípios básicos do direito internacional. Pequim reforçou a defesa da soberania dos Estados e alertou para os impactos da instabilidade na América Latina. - Rússia
Moscou classificou o ataque como um ato de agressão e afirmou que intervenções militares unilaterais comprometem a segurança global. O governo russo defendeu soluções diplomáticas e o respeito à autodeterminação dos povos. - Cuba
Havana repudiou a ofensiva dos Estados Unidos e declarou solidariedade ao povo venezuelano. O governo cubano afirmou que a ação representa uma ameaça à paz regional e um precedente perigoso. - Irã
O Irã condenou a intervenção e apontou violação direta da soberania venezuelana. Teerã defendeu uma atuação mais firme de organismos multilaterais diante do episódio. - México
O governo mexicano expressou rejeição à ação militar e destacou que conflitos devem ser resolvidos por meios pacíficos. O país reiterou sua posição histórica de não intervenção. - Brasil
O governo brasileiro manifestou repúdio ao ataque e afirmou que a escalada militar compromete esforços de diálogo na América do Sul. Também destacou a importância do multilateralismo. - Colômbia
Apesar de divergências políticas com Caracas, a Colômbia criticou a ação militar dos Estados Unidos e alertou para possíveis consequências humanitárias na fronteira entre os dois países. - Chile
O Chile declarou preocupação com o uso da força e defendeu o respeito ao direito internacional. O governo chileno ressaltou a necessidade de soluções negociadas. - Belarus
O governo de Belarus condenou o ataque e classificou a ação como desrespeito às normas internacionais, apoiando a integridade territorial da Venezuela. - Ossétia do Sul
Autoridades da Ossétia do Sul também manifestaram repúdio, afirmando que a ofensiva norte americana viola princípios da Carta das Nações Unidas.





