A 4ª edição do Prêmio Engenho Mulher – Reconhecimento a Quem nos Transforma já tem suas vencedoras definidas. O júri formado por mulheres jornalistas escolheu três nomes que se destacam por suas trajetórias de impacto social, cultural e educacional no Distrito Federal e no Brasil. A cerimônia de premiação acontecerá no próximo dia 25 de maio, no Museu de Arte de Brasília (MAB), reunindo lideranças femininas, convidados e representantes de diversas instituições.
Neste ano, serão homenageadas Ana Paula Bernardes, líder da iniciativa Roedores de Livros; Anabele Gomes, presidente da Rede de Sementes do Cerrado; e Cristiane Sobral, escritora, ativista e defensora de políticas raciais. Cristiane é autora de obras importantes da literatura contemporânea brasileira, como “Como Não Ser Racista – Mesmo que você jure que não é” e “Não Vou Mais Lavar os Pratos”, livro que integra o Programa de Avaliação Seriada (PAS 3).
A comissão julgadora da edição 2026 foi composta pelas jornalistas Basília Rodrigues, Cláudia Meirelles, Márcia Zarur, Neila Medeiros, Paola Lima e Sibele Negromonte. O grupo ficou responsável por avaliar trajetórias e projetos desenvolvidos por mulheres que promovem transformação social, empreendedorismo, cidadania e defesa dos Direitos Humanos.
Criado pela jornalista e ativista Kátia Cubel, o Prêmio Engenho Mulher busca ampliar a visibilidade de mulheres que atuam em diferentes áreas da sociedade e reforçar a importância da equidade de gênero em ambientes institucionais, culturais e econômicos. A iniciativa também destaca histórias inspiradoras de liderança feminina e ações que contribuem para mudanças positivas em suas comunidades.
A edição 2026 conta com patrocínio da Fibra, do programa de economia circular Glass is Good e de Alves Correa & Veríssimo Advogados Associados. O prêmio também recebe apoio do Sebrae-DF, do Boulevard Shopping, da Secretaria de Economia Criativa e do Museu de Arte de Brasília. O menu da solenidade será assinado pelo Chocolat Bufê e Gastronomia.






