A saída de Leandro Grass da presidência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) marca um novo capítulo na corrida eleitoral do Distrito Federal em 2026. O anúncio foi feito pelo próprio político nas redes sociais, nesta quinta-feira (2), e confirmado ao g1 DF. A decisão ocorre dentro do prazo legal de desincompatibilização eleitoral, exigido pela Justiça Eleitoral para candidatos que ocupam cargos no Executivo.
Grass estava à frente do Iphan desde janeiro de 2023, período em que conduziu ações voltadas à preservação do patrimônio cultural brasileiro, com destaque para políticas de valorização da memória e da diversidade cultural. Em sua despedida, classificou o momento como “fim de um ciclo”, ressaltando que deixa o cargo com sentimento de gratidão e a convicção de ter contribuído com um legado importante para o instituto.
Com a saída, o comando do Iphan passa a ser exercido por Deyvesson Israel Alves Gusmão, que anteriormente ocupava a diretoria do Departamento de Patrimônio Imaterial. A transição ocorre em meio ao início das articulações políticas para as eleições no DF, que já começam a ganhar forma com nomes conhecidos do cenário local.
Além de Leandro Grass, já se colocam como pré-candidatos ao governo do Distrito Federal figuras como Celina Leão (PP), Ricardo Cappelli (PSB), Paula Belmonte (PSDB) e José Roberto Arruda (PSD). O movimento de Grass reforça a tendência de antecipação das disputas políticas na capital federal, com os principais atores buscando consolidar suas candidaturas e ampliar suas bases de apoio.
Foto: Melícia Moura/CBN Amazônia Rio Branco







