Brasília recebe uma nova opção cultural gratuita que conecta passado e presente da arte latino-americana. O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB Brasília) abriu ao público a exposição “Joaquín Torres García – 150 anos”, reunindo obras que destacam a influência do artista uruguaio no pensamento contemporâneo. A mostra propõe um mergulho no chamado Construtivismo Universal, conceito desenvolvido por Torres García, e estabelece diálogos com produções atuais.
A abertura reuniu convidados e contou com uma performance artística que integrou diferentes linguagens, reforçando o caráter sensorial da exposição. Entre os destaques está a presença de obras raras, como “América Invertida”, além de peças vindas de importantes instituições internacionais. A proposta curatorial busca evidenciar como ideias desenvolvidas no século XX seguem relevantes e inspiradoras no cenário artístico atual.
A exposição também reforça o papel de Brasília como polo cultural, trazendo ao público local acesso a um recorte significativo da arte latino-americana. O CCBB, conhecido por sua programação diversa, amplia mais uma vez as possibilidades de lazer e reflexão na capital, com uma experiência que mistura história, estética e contemporaneidade.
Além do conteúdo artístico, a mostra conta com ações educativas e estrutura acessível ao público. Um dos diferenciais é o transporte gratuito oferecido em dias específicos, facilitando o acesso ao espaço cultural. A iniciativa contribui para democratizar a arte e atrair diferentes perfis de visitantes, desde estudantes até turistas.
Para quem busca o que fazer em Brasília, a exposição é uma oportunidade de vivenciar cultura de qualidade sem custo, em um ambiente reconhecido pela arquitetura e pela programação consistente.
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Exposição: Joaquín Torres García – 150 anos
Local: CCBB Brasília
Endereço: SCES Trecho 02, Lote 22, Setor de Clubes Sul
Data: até 21 de junho de 2026
Horário: terça a domingo, das 9h às 21h
Entrada: gratuita (retirada de ingressos no site ou bilheteria)
Transporte gratuito: quinta a domingo, saindo da Biblioteca Nacional
Foto: Diego Oliveira







