A organização de uma viagem internacional requer pesquisa e definição de prioridades. Para 2026, uma análise de tendências de mercado, infraestrutura turística e oferta cultural aponta dez destinos que se consolidam como opções. A seleção considera acessibilidade, diversidade de atrações e capacidade de recepção.
No continente europeu, a Polônia se destaca pela história preservada e cidades reconstruídas, como Varsóvia e Cracóvia. O Japão, fora dos grandes centros, oferece rotas culturais no interior, com templos e vilas históricas. A Etiópia atrai interessados em sítios arqueológicos únicos e paisagens dos vales do Rift.
Na América do Sul, o Chile amplia sua oferta além do deserto do Atacama, com ênfase na Patagônia e na Rota dos Parques. O Canadá incentiva o turismo em suas vastas regiões naturais, com foco em observação da vida selvagem e esportes ao ar livre. A Coreia do Sul expande o roteiro para além de Seul, promovendo cidades costeiras e trilhas em montanhas.
A Malásia combina centros urbanos modernos com florestas tropênicas e ilhas no arquipélago de Langkawi. A Finlândia atrai com sua paisagem de lagos e florestas, com opções durante todas as estações. A Argentina promove suas regiões vinícolas menos visitadas e a imensidão da província da Patagônia. Por fim, a Islândia mantém seu foco no turismo de natureza, com gestão controlada de visitantes em geisers, geleiras e áreas vulcânicas.
A escolha do destino deve ser alinhada ao tipo de experiência buscada pelo viajante. Especialistas recomendam a verificação antecipada de requisitos de entrada, como vistos e vacinas, para cada país. A previsão é que estes destinos tenham alta demanda, tornando o planejamento com antecedência um fator decisivo para a viagem.







