A Secretaria da Mulher do Distrito Federal recebeu, nesta semana, a visita de servidores da Controladoria-Geral da União (CGU) para apresentar de perto a política pública de empregabilidade voltada a mulheres em situação de violência doméstica, familiar e vulnerabilidade econômico-social. O encontro aconteceu no anexo do Buriti e reuniu representantes da Assessoria Especial de Empregabilidade para a Mulher, que detalharam os equipamentos, fluxos de atendimento, rede de apoio e os resultados alcançados pela iniciativa no DF.
Durante a reunião, a equipe da pasta destacou os avanços obtidos desde o início da atual gestão, principalmente na ampliação das oportunidades de emprego formal para mulheres acolhidas pelos programas da secretaria. Atualmente, a SMDF mantém 14 acordos de cooperação técnica (ACTs) firmados com diferentes instituições e empresas. As parcerias já garantiram emprego formal a 365 mulheres vítimas de violência doméstica, acompanhadas por equipes multidisciplinares compostas por psicólogos, pedagogos e assistentes sociais.
Segundo a secretária da Mulher do DF, Giselle Ferreira, a independência financeira é uma das ferramentas mais importantes para romper ciclos de violência e reconstruir trajetórias de vida. “Essa proposta acolhe mulheres vítimas de violência e também as encaminha a projetos voltados à capacitação e recolocação profissional. Muitas mulheres chegam até nós sem sonhos e esperança, mas aqui ela encontra uma nova chance de ser feliz e recomeçar”, afirmou.
Os acordos de cooperação técnica estabelecem que contratos de serviços contínuos com dedicação exclusiva de mão de obra reservem entre 2% e 8% das vagas para mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Além disso, a política também contempla outros públicos em vulnerabilidade social, incluindo mulheres em situação de rua, pessoas trans e travestis, quilombolas, indígenas e refugiadas, ampliando o alcance social das ações desenvolvidas pela secretaria.







