A primeira edição de 2026 do projeto Sesc+W3 reuniu mais de 16 mil pessoas na 504 Sul nesse fim de semana (11 e 12 de abril). O público cantou e dançou junto com Rachel Reis, Maneva, Attoxxá, TechnoBrass, VHOOR, Rebecca, DJ J4K3 e Pedro Alex, que se dividiram em dois palcos montados em uma das avenidas que, décadas atrás, foi espaço de manifestações artísticas importantes, com direito até a desfile do Rei Pelé em carro aberto.
Nascida em Brasília, a diretora de Programas Sociais do Sesc-DF, Cíntia Gontijo, conta que passou grande parte da vida na 708 Sul, próximo ao local onde foi realizado o Sesc+W3, e que sente felicidade em ver a avenida “feliz de novo”. “A W3 tinha vida, era o nosso shopping. E ela foi ficando triste ao logo do tempo. Então, o Sesc-DF vem fazendo esse trabalho de revitalizar e trazer vida para a W3, e temos muito orgulho em fazer parte desse lugar”, afirma.
Uma das atrações mais esperadas, a cantora Rachel Reis foi categórica ao dizer que “a arte é necessária para todo mundo” e que, portanto, é preciso “democratizar o acesso à cultura”. “Eventos como esse têm que ser sempre incentivados para que as pessoas entendam (a arte) como uma forma de viver. A arte salva a gente”, disse a cantora baiana que recebeu com carinho fãs selecionados no meet and greet (conhecer e cumprimentar, em tradução livre) organizado pelo Sesc-DF. Com a iniciativa, as primeiras quatro pessoas que printaram a divulgação do show do artista no Instagram do Sesc-DF e enviaram por DM (mensagem direta) foram até o camarim do ídolo.





