Criada há 17 anos com o propósito de atuar no segmento de microfinanças, a Global SCM passa a se chamar Global 384. A mudança faz parte da nova fase da companhia, autorizada pelo Banco Central (BC) a operar como instituição financeira desde 2009. Ao longo desse período, a empresa vem evoluindo sua atuação e agora busca acelerar sua expansão no mercado de Banking as a Service (BaaS), com o objetivo de se consolidar como infraestrutura financeira para empresas de tecnologia.
Hoje, a Global 384 se posiciona como uma plataforma de infraestrutura de BaaS, conectando sua base regulatória a software houses e negócios de tecnologia que visam incorporar soluções financeiras aos seus produtos. Em sua trajetória, a Global 384 já realizou mais de R$ 10 milhões em operações de crédito no país, além de ampliar gradualmente a sua presença em diferentes verticais da economia brasileira.
Da redução do uso de cheques à consolidação dos pagamentos eletrônicos, a Global 384 vem se adaptando às principais mudanças estruturais do setor. Para Paulo Consulin, fundador e CEO da Global SCM, esse movimento é resultado da capacidade de adaptação da empresa diante de um ambiente em constante transformação.
"A Global SCM nasceu com a missão de apoiar os micro e pequenos empreendedores em um cenário de acesso restrito ao crédito. Desde então, evoluímos junto com o sistema financeiro, acompanhando suas mudanças e ampliando nossa atuação de forma consistente", afirma o executivo, que também preside a Associação Brasileira das Sociedades de Crédito (ABSCM). "O nosso foco hoje está em oferecer uma infraestrutura sólida de tecnologia bancária para empresas que enfrentam barreiras regulatórias e desejam integrar serviços financeiros às suas soluções, com segurança, escala e eficiência", complementa.
Com mais de uma década de atuação, a instituição financeira consolidou uma base relevante de clientes nos setores de varejo, alimentação e tecnologia, incluindo redes de farmácias, supermercados e óticas. Nesse período, suas operações já impactaram, de forma indireta, mais de 60 mil clientes finais.
Para 2026, a expectativa é fortalecer ainda mais o seu posicionamento como infraestrutura tecnológica do sistema financeiro, voltado para a ampliação de soluções em Pix, bancarização de serviços e oferta de dados via APIs, contribuindo para a expansão do ecossistema de Banking as a Service no Brasil.
"O nosso compromisso é evoluir continuamente para nos posicionarmos entre os principais players de infraestrutura financeira digital no país, apoiando a inovação e a inclusão no sistema financeiro", finaliza Consulin.







