Com produção anual superior a 130 milhões de quilos de carne de frango e faturamento bruto estimado em aproximadamente R$ 1 bilhão, a avicultura do Distrito Federal se consolidou como um dos principais pilares do agronegócio local e como segmento estratégico da pecuária regional. Foi nesse contexto que membros da Associação dos Avicultores do Planalto Central (Aviplac) se reuniram, neste sábado (28), em um almoço de agradecimento ao governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha.
O encontro, realizado na Fazenda Milhomens, no Recanto das Emas, reuniu representantes da cadeia produtiva para reconhecer as políticas públicas adotadas nos últimos anos e apresentar novas demandas voltadas ao fortalecimento da atividade, como a renovação da isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a comercialização da cama de frango (material que forra o piso dos aviários e, após absorver os resíduos das aves, vira adubo orgânico de alto valor, rico em nitrogênio, fósforo e potássio), melhorias no fornecimento de energia elétrica às granjas, manutenção de estradas rurais e ampliação de incentivos e linhas de crédito.
“Por mais que haja investimento nas propriedades, se o governo não der auxílio e não ajudar na infraestrutura, as coisas não andam. Quando você vê a mudança na infraestrutura, você vê o tanto que é mais fácil produzir”Governador Ibaneis Rocha
Durante o evento, o governador Ibaneis Rocha destacou que o fortalecimento do agronegócio passa por ações integradas entre as áreas técnicas do governo. Ele afirmou que conhece de perto a realidade do campo e reforçou que investir em infraestrutura é essencial para fortalecer quem produz no DF. Só a avicultura, considerada um dos principais segmentos da pecuária local, integra a agroindústria nacional e responde por parcela significativa do Valor Bruto da Produção Agropecuária do DF.
“Eu sei a dificuldade do produtor rural”, afirmou o chefe do Executivo. “A infraestrutura é a principal delas. Por mais que haja investimento nas propriedades, se o governo não der auxílio e não ajudar na infraestrutura, as coisas não andam. Quando você vê a mudança na infraestrutura, você vê o tanto que é mais fácil produzir. Eu conheço essa realidade há 30 anos e fico muito feliz de ver o que está sendo feito aqui.”





