O 24º Sesc Festclown foi oficialmente aberto na noite de quinta-feira (30), no Sesc Cultural, na 511 Norte, em Brasília. Considerado o maior festival de arte circense da América Latina, o evento segue até domingo (2) com entrada gratuita e uma programação que reúne mais de 50 atrações nacionais e internacionais. As apresentações acontecem em diferentes regiões do Distrito Federal, ampliando o acesso da população à cultura e às artes circenses.
A abertura encantou crianças e adultos com o espetáculo do mágico e ilusionista argentino Gustavo Raley, artista reconhecido internacionalmente por suas apresentações em mais de 40 países. Utilizando técnicas de ilusionismo e sombras chinesas, ele emocionou o público ao recriar cenas inspiradas em clássicos do cinema, como Titanic, E.T., Jurassic Park e Indiana Jones, proporcionando uma experiência visual repleta de criatividade e nostalgia.
Na sequência, o coletivo brasiliense Arca de Arabesco apresentou o espetáculo Prelúdio Incandescente, combinando fogo, teatro, circo e poesia visual. O público também acompanhou números de tecido acrobático e lira aérea, enquanto o tradicional globo da morte encerrou a noite com apresentações de motociclistas em alta velocidade, arrancando aplausos e muita emoção dos espectadores.
Entre os visitantes estava o servidor público Marcos Paulo, que levou o filho Antony Gabriel, de apenas dois anos, para conhecer o universo circense pela primeira vez. Segundo ele, a experiência foi inesquecível para toda a família. A diretora de Programas Sociais do Sesc-DF, Cíntia Gontijo, destacou que o festival fortalece a democratização da cultura ao levar espetáculos gratuitos para diferentes regiões e públicos do Distrito Federal.
A programação continua até domingo com apresentações no Setor Comercial Sul, W3 Sul, Asa Norte, Ceilândia, Taguatinga Norte, Gama e Planaltina, além de intervenções em escolas, hospitais e semáforos. Entre os destaques estão os espetáculos internacionais Yo Soy Américo, Metro e Meio e Esfera, além das produções brasileiras Os MequetrefE, Experimentos do Invisível, Fábrica de Nuvem e Pó de Estrela: o Mundo é Meu Também. O festival também promoveu oficinas gratuitas de palhaçaria, mágica, improvisação, comicidade musical, bambolê avançado e teatro de rua, reforçando sua proposta de formação artística.
Texto: Assessoria Sesc/DF | Foto: Divulgação








